E se?
- Paulo Thiago Camêllo

- 5 de jan.
- 1 min de leitura
• Eu sair do emprego CLT para empreender?
• Eu desistir de empreender para buscar emprego CLT?
• Eu me especializar ainda mais na minha profissão?
• Eu pivotar minha carreira?
Essas são algumas perguntas que podem passar (ou ter passado) na sua mente em momentos mais reflexivos como na virada de ano.
Nesse universo de possibilidades paralelas, fui bastante impactado pela leitura do livro “Os Nomes” encaminhado pela TAG - Experiências Literárias (por sinal, parabéns à equipe pela curadoria), na qual a narradora conta 3 linhas de tempo diferentes de um núcleo familiar a partir de uma simples variação: a escolha do nome do filho mais novo.
Uma decisão que gera desdobramentos e impactos em todas as pessoas do entorno descrita ao longo de mais de 3 décadas.
Porém, mais do que uma visão determinística ou romantizada de que uma versão pode ser melhor do que a outra, o que mais chamou minha atenção foram as situações agridoces, intercalando momentos felizes e tristes, em todas versões.
Para quem leu “Biblioteca da Meia Noite” ou assistiu a “Efeito Borboleta” sabe que não há escolha sem consequência: toda ação gera uma reação. E está tudo bem, afinal o desafio está em controlar como você reage aos fatos e não em ficar remoendo ou tentando controlá-los.
Nesta primeira segunda feira do ano, desejo que os “E se” na sua mente sejam um catalisador para projetos futuros e não um remorso sobre escolhas passadas.
Fechando com Nação Zumbi:
“Ontem você quis o amanhã.
Hoje você quer o depois.”
Que 2026 seja o amanhã que quisemos ontem.


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